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DICIONÁRIO
DE ECONOMIA |
T |
Table
of interests: Tabela de juros. |
Take
one: Proposta de adesão para um cartão encontrado
em diversos estabelecimentos. O cliente o preenche com seus dados e envia
pelo correio para a instituição. |
Tax
heaven: Paraíso fiscal. Cidade ou país que não
cobra impostos ou tem taxas muito baixas. |
Taxa
Básica: Taxa de juro anual fixada por um banco, que serve
de referência para o cálculo das diferentes condições
oferecidas por esse banco. |
Taxa
de câmbio fixa: As autoridades monetárias de um
país determinam o valor de sua moeda em relação a
algum padrão comum. |
Taxa
de câmbio flutuante: A liberação da taxa
cambial faz com que o valor das moedas estrangeiro flutue de acordo com
o interesse que despertam no mercado, seguindo a oferta e a procura. |
Taxa
de câmbio nominal: Taxa à qual se pode trocar a
moeda de um país pela moeda de outro país. |
Taxa
de câmbio real: Taxa a qual se pode trocar os bens e serviços
de um país pelos bens e serviços de outro país. |
Taxa
de crescimento: Variação de um determinado indicador
durante um período de tempo. Um dos indicadores mais usados é
o PIB: taxa de crescimento do PIB, significando a taxa de crescimento
da economia de um país. |
Taxa
de Custódia: Taxa cobrada pela corretora de valores mobiliários
pela manutenção das ações de seus clientes
sob sua guarda (responsabilidade). |
Taxa
de inflação: Variação percentual
de índice de preços em relação a um período
anterior. |
Taxa
de Juros: É o custo do dinheiro no mercado. O BACEN é
o órgão regulador da política de juros. Quando a
taxa de juros está alta é sinônimo de falta de dinheiro
no mercado. Ao contrário, quando está baixa, é porque
está sobrando dinheiro no mercado. A taxa de juros é um
dos mais importantes indicadores de política monetária.
|
Taxa
de juros nominal: Taxa de juros sem o desconto dos efeitos da
inflação. |
Taxa
de Juros Real: Taxa obtida subtraindo-se o índice de inflação
de determinado período da taxa de juros nominal. Ela reflete a
correção monetária necessária para compensar
a desvalorização da moeda. Um exemplo: se a taxa de inflação
é de 9% ao ano e no mesmo período os juros nominais são
de 8%, então o resultado é uma taxa de juros real negativa.
Isso significa que esta taxa não é suficiente para compensar
a desvalorização da moeda. |
Taxa
de Performance: Taxa percentual cobrada pelos bancos sobre uma
parcela da rentabilidade do fundo de investimento, que exceder a variação
de um determinado índice previamente estabelecido. Ex: se a taxa
de performance é de 25% sobre o IGP-M, significa que este percentual
será cobrado sobre os rendimentos que ultrapassarem a variação
do IGP-M no período. |
Taxa
de pobreza: Percentual da população cuja renda
familiar está abaixo de um nível absoluto denominado linha
de pobreza. |
Taxa
de redesconto: Taxa de juros sobre empréstimos que o Fed
concede aos bancos. |
Taxa
Efetiva: É a taxa que determina a rentabilidade final
de um investimento, indicando o ganho/perda do investidor. |
Taxa
Interna de Retorno: É um taxa que visa determinar a rentabilidade
de um investimento ou projeto. |
Taxa
Over: É uma metodologia de cálculo para a taxa
de juros, utilizada apenas no Brasil, remanescente do período de
taxas inflacionárias altas. Atualmente é utilizada como
padrão para empréstimos entre bancos. |
Taxa
SELIC: É a taxa que reflete o custo do dinheiro para empréstimos
bancários, com base na remuneração dos títulos
públicos. Também é conhecida como taxa média
do over que regula diariamente as operações interbancárias.
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TBAN:
É o teto das taxas de juros no mercado. Nas operações
entre instituições financeiras. O percentual é fixado
pelo COPOM. |
TBC:
Taxa Básica de Juros do BACEN. É o piso das taxas
de juros no mercado. O percentual é fixado pelo COPOM. |
TBC
/ TBAN: Siglas para Taxa Básica do Banco Central e Taxa
de Assistência do Banco Central.São utilizadas nos empréstimos
de liquidez dos bancos junto ao Banco Central e por este definidas no
final do mês anterior ao de suas vigências, em reunião
específica do Comitê de Política Monetária
(COPOM). A freqüência de utilização e o tipo
de garantia dado pela instituição financeira é que
determinarão o custo do empréstimo de liquidez (redesconto).
Nas melhores condições será utilizada a TBC (piso
da taxa do Bacen) e nas piores a TBAN (teto da taxa do Bacen). |
TBF:
Sigla para Taxa Básica Financeira.Criada com o objetivo de alongar
o perfil das aplicações em títulos com uma taxa de
juros de remuneração superior à TR. Sua metodologia
de cálculo é idêntica à da TR, com a diferença
fundamental de que não se aplica nela o redutor. |
Tendência:
Movimento de longa duração que afeta a evolução
de um fenômeno. |
Teorema
de Coase: A proposição de que se os agentes privados
puderem negociar sem custos a respeito da alocação de recursos,
eles podem resolver por si próprios o problema das externalidades. |
Teoria
da tributação: Pelo conceito da equidade, cada
indivíduo deve contribuir com uma quantia "justa"; pelo
conceito da progressividade, as alíquotas devem aumentar à
medida que são maiores os níveis de renda dos contribuintes;
pelo conceito da neutralidade, a tributação não deve
desestimular o consumo, produção e investimento; e, por
fim, pelo conceito da simplicidade, o cálculo, a cobrança
e a fiscalização relativa aos tributos devem ser simplificados
a fim de reduzir custos administrativos. Impostos são tributos cobrados cujo valor arrecadado não tem um fim específico. As contribuições são tributos cujos recursos devem ser legalmente destinados a finalidades pré-estabelecidas. Taxas são tributos para manutenção do funcionamento de um serviço dirigido a uma comunidade de indivíduos. O imposto de renda é uma tributação direta muito eficaz. Segundo dados históricos, o IRPF tem apresentado características de progressividade ao longo do tempo. Infelizmente o IRPJ não tem alcançado muito sucesso. Além de inibir a produção ele pode causar perda de competitividade do produto nacional frente ao produto importado, pelo o que se observa. O imposto sobre o patrimônio, como o IPTU e o IPVA, são de fácil cobrança e controle e tendem a penalizar os indivíduos com maior poder aquisitivo. Entretanto, o IPTU, por exemplo, é falho no momento em que o inquilino de um imóvel paga o imposto ou um estabelecimento comercial encarece seus produtos, embutindo tal imposto nos preços. O imposto sobre as vendas, embora muito utilizado, não é o mais indicado por questões de progressividade. Além disso, um bem com maior número de etapas de produção é mais penalizado do que os demais. Uma crítica constante aos impostos "em cascata" ou "cumulativos" são a conseqüente inibição à integração vertical da produção e a perda de competitividade em termos internacionais. Em face disso, grande importância tem sido dada ao imposto sobre o valor adicionado (IVA) em diversas economias do planeta. Suas principais vantagens são a neutralidade, a dificuldade de sonegação por concentrar a tributação no atacado, dentre outras. Todavia, tal imposto permaneceria infringindo o conceito da progressividade, como faz o atual ICMS. O gasto público: Embora muito se tem ouvido dizer sobre redução de gastos governamentais e redução do "tamanho" do Estado, a sua participação na economia é de extrema importância, e inúmeras são as funções desempenhadas. Fica difícil decidir onde serão feitos os cortes: se na saúde, educação, defesa, policiamento, justiça ou, enfim, no investimento econômico-social. Temos observado um fenômeno de crescente participação do gasto público no PIB em todas as principais economias mundiais. Esse fato é historicamente explicado pelo envelhecimento da população e pelo processo de urbanização. É importante ressaltar que a elevação do gasto público tem sido total ou parcialmente compensada com elevação tributária, não causando grandes impactos no percentual da dívida dobre o produto interno. |
Teoria
das finanças públicas: De uma forma geral, a teoria
das finanças públicas gira em torno da existência
das falhas de mercado que tornam necessária a presença do
governo, o estudo das funções do governo, da teoria da tributação
e do gasto público. As falhas de mercado: são fenômenos
que impedem que a economia alcance o ótimo de Pareto, ou seja,
o estágio de welfare economics, ou estado de bem estar social através
do livre mercado, sem interferência do governo. São elas:
existência dos bens públicos: bens que são consumidos
por diversas pessoas ao mesmo tempo (ex. rua). Os bens públicos
são de consumo indivisível e não excludente. Assim,
uma pessoa adquirindo um bem público não tira o direito
de outra adquiri-lo também; existência de monopólios
naturais: monopólios que tendem a surgir devido ao ganho de escala
que o setor oferece (ex. água, energia). O governo acaba sendo
obrigado a assumir a produção ou criar agências que
impeçam a exploração dos consumidores; as externalidades:
uma fábrica pode poluir um rio e ao mesmo tempo gerar empregos.
Assim, a poluição é uma externalidade negativa porque
causa danos ao meio ambiente e a geração de empregos é
uma externalidade positiva por aumentar o bem estar e diminuir a criminalidade.
O governo deverá agir no sentido de inibir atividades que causem
externalidades negativas e incentivar atividades causadoras de externalidades
positivas; desenvolvimento, emprego e estabilidade: principalmente em
economias em desenvolvimento a ação governamental é
muito importante no sentido de gerar crescimento econômico através
de bancos de desenvolvimento, criar postos de trabalho e da buscar a estabilidade
econômica. Funções do governo: um governo possui funções alocativas, distributivas e estabilizadoras. Função alocativa: relaciona-se à alocação de recursos por parte do governo a fim de oferecer bens públicos (ex. rodovias, segurança), bens semipúblicos ou meritórios (ex. educação e saúde), desenvolvimento (ex. construção de usinas) etc; Função distributiva: é a redistribuição de rendas realizada através das transferências, dos impostos e dos subsídios governamentais. Um bom exemplo é a destinação de parte dos recursos provenientes de tributação ao serviço público de saúde, serviço o qual é mais utilizado por indivíduos de menor renda. Função estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômicas a fim de promover o emprego, o desenvolvimento e a estabilidade, diante da incapacidade do mercado em assegurar o sucesso de tais objetivos. |
Teoria
dos Jogos: Ramo da economia que pretende descrever e prever o
comportamento econômico utilizando a disciplina matemática
conhecida também como teoria dos jogos. Muitas decisões
do tipo econômico dependem das expectativas que se tenha sobre o
comportamento dos demais agentes econômicos. Surge a partir do estudo
Teoria dos jogos e comportamento econômico (1944), de John von Neumann
e Oskar Morgenstern. Para poder deduzir as estratégias ótimas sob diferentes hipóteses quanto ao comportamento do resto dos agentes, a teoria dos jogos tem que analisar diferentes aspectos: as conseqüências das diversas estratégias possíveis, as possíveis alianças entre "jogadores", o grau de compromisso dos contratos entre eles, e o grau em que cada jogo pode se repetir, proporcionando a todos os jogadores informação sobre as diferentes estratégias possíveis. Exemplo da teoria dos jogos: O Dilema do Prisioneiro. O chamado "Dilema do Prisioneiro" foi apresentado pela primeira vez na Universidade de Princeton em 1950, como um exemplo da teoria dos jogos, e consiste do seguinte: a polícia prende dois indivíduos suspeitos de cometerem um crime leve (roubo de carro) e os coloca em duas celas separadas, sem possibilidade de comunicação entre eles. O detetive suspeita que um deles cometeu também um segundo crime mais grave e faz uma proposta. Quem denunciar o outro e der as pistas para a condenação fica livre, enquanto o outro pega cinco anos de pena. Se os dois se acusarem mutuamente, os dois pegam três anos. Se os dois ficarem calados, eles só serão acusados do primeiro crime, e os dois pegam um ano de cadeia cada um. O "Dilema do Prisioneiro", na sua versão clássica (uma única vez) ou em sua versão modificada (possibilidade de interação), tem sido usado para estudar o problema da cooperação entre indivíduos, grupos e nações em diversos tipos de problemas. Aqui queremos analisar, brevemente, o problema da cooperação entre equipes em uma mesma empresa. Principalmente aquelas que trabalham com produtos semelhantes e até concorrentes. Os líderes destas equipes podem adotar diversas estratégias de atuação. Neste caso, pode prevalecer o egoísmo e a tentativa de obter o maior resultado possível às custas da outra equipe, ou um forte espírito de cooperação entre as equipes que as levem a maximizar as oportunidades conjuntas, mesmo que isto represente um valor menor para uma delas. Como se comporta a natureza humana dos indivíduos e em grupos? Se um líder adotar um comportamento ético e objetivar o maior ganho possível para a organização, pode optar pela opção "ficar calado" (no dilema do prisioneiro), onde as duas equipes ganham, mas todos ganham menos. Ou pode optar pelo grande lance, onde a sua equipe ganha tudo ou nada. No "dilema do prisioneiro" um componente importante do jogo, além das personalidades envolvidas, é a antecipação da escolha que será feita pela outra parte. Pressupostamente, as duas partes são amigas e companheiras (ou pertencem a uma mesma empresa), mas na hora que entra em jogo um interesse individual maior, um deles poderá não se comportar como o previsto. Como eles não podem se comunicar (e no caso da empresa, podem existir incentivos organizacionais para não se falarem), eles terão que especular qual será o comportamento mais previsível da outra parte, e adotar uma estratégia compatível. O "Dilema do Prisioneiro" nos conduz a algumas reflexões para o trabalho em equipe. As equipes não podem atuar isoladamente. Parece ser errado achar que cada um deve cuidar apenas de seu próprio território. Estes podem ser e muitas vezes são superpostos. O futuro de uma equipe pode estar atrelado ao da outra. Não deve haver um incentivo institucional à competição das equipes internas, ao "darwinismo" organizacional. Isto se traduziria em políticas de autodestruição, ou muito comumente na canibalização de produtos da mesma empresa. Os líderes das equipes devem ter chance de se conhecerem melhor, e, portanto, de desenvolver um nível maior de cooperação. Deveria ser analisado (e divulgado) se do ponto de vista da empresa interessa que uma equipe ganhe e outra perca. Muitas vezes a personalidade abrasiva de um líder de equipe acaba com outras equipes, em detrimento do todo. A cooperação sempre tem um ganho final positivo em relação a outras possíveis alternativas de ação. Conceitos fundamentais: Na teoria de jogos, a palavra jogo refere-se a um tipo especial de conflito no qual tomam parte n indivíduos ou grupos (conhecidos como os jogadores). Há certas regras do jogo, que dão as condições para que este comece e definem as jogadas consideradas legais durante as diferentes fases do jogo; o número total de jogadas que constitui uma partida completa e os possíveis resultados quando a partida termina. Jogada: uma jogada ou movimento é o modo como progride o jogo de uma fase para outra, a partir da posição inicial até o último movimento. Podem ser alternativas ou simultâneas; acontecem tanto por causa de uma decisão pessoal quanto por azar. Assim, por exemplo, uma roleta gera determinada jogada, cuja probabilidade pode ser calculada. Resultado: designa o que acontece quando uma partida termina. Informação completa: diz-se que um jogo tem toda a informação se cada um dos jogadores que toma parte nele conhece todas as possibilidades jogadas. Estratégia: uma estratégia é a lista de opções ótimas para cada jogador, em qualquer momento do jogo. Tipos de jogos: A teoria de jogos distingue vários tipos de jogos, de acordo com o número de jogadores e com as circunstâncias do jogo. Os jogos com dois jogadores têm sido amplamente estudados. Diz-se que um jogo é de soma zero se o total dos ganhos ao final da partida é nulo, isto é, se o total de ganhos é igual ao total de perdas. Os jogos de dois jogadores com soma zero são o principal objeto de estudo da teoria matemática dos jogos. Aplicações: Desde o estudo do comportamento da economia, decisões sobre a divisão eqüitativa de propriedades, sobre a distribuição de poder nos trâmites legislativos, nos problemas de governo e nas decisões individuais, as aplicações da teoria de jogos são muito variadas. |
Teoria
Keynesiana: Conjunto de idéias que propunham a intervenção
estatal na vida econômica com o objetivo de conduzir a um regime
de pleno emprego. As teorias de John Maynard Keynes tiveram enorme influência
na renovação das teorias clássicas e na reformulação
da política de livre mercado. Acreditava que a economia seguiria
o caminho do pleno emprego, sendo o desemprego uma situação
temporária que desapareceria graças às forças
do mercado. O objetivo do keynesianismo era manter o crescimento da demanda
em paridade com o aumento da capacidade produtiva da economia, de forma
suficiente para garantir o pleno emprego, mas sem excesso, pois isto provocaria
um aumento da inflação. Na década de 1970 o keynesianismo
sofreu severas críticas por parte de uma nova doutrina econômica:
o monetarismo. Em quase todos os países industrializados o pleno
emprego e o nível de vida crescente alcançados nos 25 anos
posteriores à II Guerra Mundial foram seguidos pela inflação.
Os keynesianos admitiram que seria difícil conciliar o pleno emprego
e o controle da inflação, considerando, sobretudo, as negociações
dos sindicatos com os empresários por aumentos salariais. Por esta
razão, foram tomadas medidas que evitassem o crescimento dos salários
e preços, mas a partir da década de 1960 os índices
de inflação foram acelerados de forma alarmante. A partir do final da década de 1970, os economistas têm adotado argumentos monetaristas em detrimento daqueles propostos pela doutrina keynesiana; mas as recessões, em escala mundial, das décadas de 1980 e 1990 refletem os postulados da política econômica de John Maynard Keynes. |
Teoria
Marxista: Partindo da teoria do valor, exposta por David Ricardo,
Karl Marx, seu principal propugnador, postulou que o valor de um bem é
determinado pela quantidade de trabalho socialmente necessário
para sua produção. Segundo Marx, o lucro não se realiza
por meio da troca de mercadorias, que se trocam geralmente por seu valor,
mas sim em sua produção. Os trabalhadores não recebem
o valor correspondente a seu trabalho, mas só o necessário
para sua sobrevivência. Nascia assim o conceito da mais-valia, diferença
entre o valor incorporado a um bem e a remuneração do trabalho
que foi necessário para sua produção. Não
é essa, porém, para Marx, a característica essencial
do sistema capitalista, mas precisamente a apropriação privada
dessa mais-valia. A partir dessas considerações, Marx elaborou
sua crítica do capitalismo numa obra que transcendeu os limites
da pura economia e se converteu numa reflexão geral sobre o homem,
a sociedade e a história. A Teoria do Valor de Marx: Marx alterou alguns fundamentos da Economia Clássica, estabelecendo uma distinção entre valor de uso e valor de troca: a)Valor de Uso: Representa a utilidade que o bem proporciona à pessoa que o possui; b)Valor de Troca: Este exige um valor de uso, mas não depende dele. Tal como Ricardo, Marx acredita que o Valor de Troca depende da quantidade de trabalho despendida, contudo, a quantidade de trabalho que entre no valor de toca é a quantidade socialmente necessária (Quantidade que o Trabalhador Gasta em média na Sociedade, e que obviamente, varia de Sociedade para Sociedade). Como facilmente pressupões, Marx defendia a teoria da exploração do trabalhador. Marx dizia que só o trabalho dava valor às mercadorias; a Mais Valia apenas transmitia uma parte do seu valor às mercadorias, não contribuindo, portanto, para a formação de valor. Pelo contrário, o Homem através do seu trabalho fazia com que as matérias primas e os equipamentos transmitissem o seu valor ao bem final, e ainda por cima criava valor acrescentado (Por exemplo, no Capital, Marx falava do exemplo das fiandeiras, que pegavam no algodão e o transformavam, por exemplo, em camisolas, criado um valor acrescentado que só mesmo o Trabalho Humano pode dar). Para Marx existe uma apropriação do fruto do Trabalho, que, contudo não pode ser considerado um roubo pelo Capitalista, porque ao fim ao cabo, o Trabalhador está a ser pago para fazer aquele trabalho. O Valor é formado tendo em conta o seu custo em termos de trabalho, desse valor o Capitalista apropria-se da Mais Valia através da utilização do seu Capital. Toda esta teoria da repartição do Rendimento, leva-nos para um conceito fundamental em Marx que é precisamente o da Mais Valia. Mais Valia: Portanto Marx afirmava que a força de trabalho era transformada em mercadoria, o valor de força de trabalho corresponde ao Socialmente necessário. Tudo estaria bem, contudo o valor deste Socialmente Necessário é um problema. Na realidade o que o trabalhador recebe é o salário de Subsistência, que é o mínimo que assegura a manutenção e reprodução do trabalho. Mas, apesar de receber um salário, o trabalhador acaba por criar um valor acrescentado durante o processo de produção, ou seja, fornece mais do que aquilo que custo, é esta diferença que Marx chama de Mais Valia. A Mais Valia não pode ser considerado um roubo, pois é apenas fruto da propriedade privada dos meios de produção. Mas, os Capitalistas e os proprietários, procuram aumentar os seus rendimentos diminuindo o rendimento dos trabalhadores, é, pois esta situação de exploração da Força de Trabalho pelo Capital que Marx mais critica. Marx critica a essência do Capitalismo, que reside precisamente na exploração da força de trabalho pelo Produtor Capitalista, e que segundo Marx, um dia haverá de levar à revolução social. As Contradições do Sistema Capitalista A subordinação da classe trabalhadora: Karl Marx defende que o trabalhador é origem do valor. Sendo ele a origem do valor, entretanto há uma tendência para o empobrecimento do trabalhador. A Oferta do Trabalho depende da evolução demográfica, da procura do Capital Investido e também do Progresso. O Progresso técnico é inerente ao Capitalismo, logo com o progresso técnico a procura de trabalho tende a descer. Marx diz também que a baixa na procura do trabalho não leva a diminuições sucessivas do trabalho, pois os Sindicatos não o permitem, contudo, os operários são reduzidos à miséria, pois não podem trabalhar. Há primeira vista a idéia de Marx é bem formulada. É inegável que, não obstante todas as vantagens produtivas que o progresso técnico traz, ele costuma acarretar uma descida na quantidade de trabalho procurada. O que Marx não diz, é que o progresso técnico também criar novos postos de trabalhos. Ou seja, com o progresso técnico surgem novos postos de trabalho que antes não existiam. Isto cria um problema aos trabalhadores menos qualificados, que terão de se reciclar para poderem trabalhar nos novos empregos. No Total, o progresso técnico acaba por não ter grande influência ao nível da Oferta de Trabalho. Os empregos perdidos são compensados pelos novos empregos. Agora o grande problema é para os trabalhadores menos qualificados, que vêm os seus antigos trabalhos a perderem valor, e que tem de se reciclar para fazer frente às novas exigências. Tendência para a Diminuição da Taxa de Lucro: Para Marx, a Taxa de Lucro era o resultado da Mais Valia - MV - sobre a soma do Capital (capital constante - C - mais capital variável - v -). Se C/V for igualado a X. Temos que C=XV, logo a Taxa de Lucro = MV/v(1+x) = MV/v * 1/(1+x). Ora a tendência do Capitalista é a acumulação de Capital. Isto implica um aumento de X (Derivado da inovação tecnológica utiliza-se cada vez mais máquinas, logo, sobe o peso do Capital Constante). Ora aumentando X (Pois o valor de C aumentou), aplicando a fórmula acima, facilmente se vê que a taxa de lucro desce. Para Marx este movimento pode ser contrariado pela exploração da Força de Trabalho (aumentado dessa forma o V, o que implicará um aumento da Mais Valia (MV), logo um aumento da taxa de Lucro). Esta análise está fortemente condicionada pela análise do Valor que Marx faz. Para Marx apenas a Força do Trabalho cria Valor, pois o restante capital (meios de produção) apenas o transmite. Segundo esta lógica, há de fato uma tendência para a baixa taxa de lucro que Marx não refere (e convém sempre salientar que toda a análise tem que se enquadrado no seu ambiente histórico) é que o Progresso Tecnológico reduz os custos dessa mesma Tecnologia (Ou seja, o V não aumenta, mas sim diminui). Também não leva em consideração na sua análise os efeitos da crescente produtividade. Ora mantendo a mesma força de trabalho, a mesma quantidade de trabalho gera mais valor, por via do crescimento da sua produtividade do trabalho (ou seja, a Mais Valia de cada Trabalhador também aumenta). Logo, não existe uma tendência para a baixa da taxa de lucro, mas sim uma tendência para a subida da taxa de lucro. O Raciocínio de Marx, caso não tomássemos em consideração os efeitos do crescimento da produtividade, está completamente certo. Contudo, o aumento da produtividade do trabalho, aumenta a Mais Valia de cada trabalhador, e o progresso tecnológico diminui os custos dos Meios de Produção. Temos, pois, que a tendência do Sistema Capitalista é a subida da taxa de Lucro, por via de: - Aumento da Mais Valia (por causa da subida da produtividade de cada trabalhador), e diminuição dos custos do Capital Constante (por causa do progresso tecnológico). Etapa Monopolista: Visto que a tendência do Capitalista é a acumulação, há uma tendência para a baixa dos preços. Se os preços descem, existem empresas que não podem produzir (pois não conseguem gerar lucros com esse nível de preços), como não conseguem produzir, desaparecem. Com o desaparecimento das empresas não competitivas, a Indústria tende a concentrar-se nas poucas empresas que conseguem acompanhar o nível de preços, mantendo-se lucrativas. Para Marx, a Contradição reside no fato de se perder a essência do Capitalismo. Pois deixa de haver concorrência à medida que a concentração aumenta. Aqui Marx tem toda a razão. Os Progressos tecnológicos e científicos levam a que os custos de produção das empresas baixem consideravelmente. Baixando os custos de produção, as empresas podem aplicar preços de venda mais baixos. Aquelas empresas que não conseguem acompanhar o ritmo, por não terem tecnologia suficiente, e principalmente capital para acompanhas as inovações Tecnológicas, são obrigadas a cessar a sua atividade (pois o novo nível de preços, não lhes permite acompanhar as empresas mais modernas). A Tendência do Capitalismo é, pois a concentração, pois nem todos conseguem acompanhar o progresso tecnológico, e a descida dos preços de produção, sendo forçadas a abdicar da atividade. Conclusão: Marx encontrou, pois as quatro grandes contradições do Sistema Capitalista. Em toda análise que se faça a qualquer trabalho ou idéia, temos que enquadrar sempre na realidade atual. Ora em relação a estas quatro grandes contradições, Marx falha ao não referir que o progresso tecnológico também cria novos empregos (para os mais qualificados), e também falha na sua análise da tendência para a Baixa da Taxa de Lucro (como vimos, influenciada pela sua noção da teoria do valor, e por mais uma vez negligenciar os efeitos do progresso tecnológico). Produção do Valor de Uso e da Mais Valia O uso da Força de Trabalho é o Trabalho. Este deve ser útil para realizar valores de uso. O processo de trabalho é composto por: atividade do homem, objeto de trabalho e meios de trabalho. Uma matéria prima é um objeto já trabalhado. O que distingue uma época econômica de outra são os meios de trabalho, verificando-se que a quantidade de mão de obra diminui com a evolução dos meios. O capital compra, pois o valor de uso da força de trabalho, sendo esta sua pertença. Contudo, ela não quer apenas produzir uma coisa útil, quer acima de tudo uma mais valia, que o valor desta mercadoria ultrapasse o das mercadorias necessárias para o produzir.O valor desta mercadoria é determinado pelo tempo socialmente necessário à sua produção (se for despendido mais tempo ou usados instrumentos mais caros, o capitalista só estará a perder dinheiro). Para Marx só o trabalho humano cria valor, as matérias e as matérias primas não criam apenas o transferem quando são trabalhadas pelo homem. Como é que se forma exatamente a mais valia? O capitalista comprou a força de trabalho por um valor (valor que permita a subsistência do trabalhador, a sua reprodução, instrução, manutenção e que varia de sociedade para sociedade). Passa a ser detentor de uma mercadoria, adquirindo o seu valor de uso, criando esta mercadoria um valor superior ao que ela vale. É através do chamado Sobretrabalho (por exemplo, nas cinco primeiras horas ele reproduz o valor do seu salário, mas acaba por trabalhar mais tempo), é neste tempo extra (que o capitalista tenta prolongar ao máximo) que ele trabalha e não é pago que é criada a mais valia. Ou seja, a mais valia surge do fato do trabalhador trabalhar mais do que o socialmente necessário, e é este excedente não pago que o capitalista se apropria e se chama MAIS VALIA. A produção da Mais valia não é mais do que a produção de valor, prolongada para além de certo ponto. Se o processo se trabalho só durar até ao ponto em que o valor da Força de Trabalho pago pelo capital é substituído por um novo equivalente, haverá simples produção de valor, quando ultrapassar este limite haverá produção de mais valia. A taxa de Mais Valia Acabada a produção obtemos uma mercadoria igual a c+v+c (sendo c o capital constante, v o capital variável, e p a mais valia). A mais valia proporcional (relação de quanto ganhou em valor o capital variável) é nos dada pela relação da mais valia com o capital variável (p/v). Esta é a taxa de mais valia. A parte do dia em que o trabalhador produz o valor da sua força de trabalho é menor ou maior consoante o valor da sua subsistência diária. Marx define Tempo de trabalho necessário à parte do dia em que se realiza a reprodução da sua força de trabalho, e trabalho necessário ao trabalho despendido neste tempo, necessário para o trabalhador e para o Capitalista. O período extra não constituiu nenhum valor para o operário, mas é essencial ao capitalista, chamando-lhe Marx de Sobretrabalho. Para Marx as diferentes formas econômicas da sociedade, apenas se distinguem pela forma como este sobretrabalho é imposto. A Taxa de Mais valia pode também ser Sobretrabalho/Trabalho necessário A é, pois a expressão exata do grau de exploração da força de trabalho pelo capital». A soma do trabalho necessário com o Sobretrabalho constituiu o Dia de Trabalho. Capital Constante e Capital Variável Para Marx importa distinguir entre dois tipos de capital: Capital Constante: Capital Investido em Meios de Produção, Constante porque o seu valor não muda no processo produtivo. Capital Variável: Capital Investido na Força de Trabalho, Variável porque produz um valor diferente consoante à intensidade da sua utilização. Os meios de produção só transmitem valor na medida em que perdem valor, ou seja, não podem acrescentar ao produto mais do que possuem, daí Marx defini-los como Capital Constante que sendo condição de criação de mais valia, não produz per si Mais Valia. Por outro lado, o Trabalho conserva e transmite o valor dos meios de produção ao Produto. Reproduz o seu próprio equivalente e, além disso, gera uma mais valia engendrada no trabalho extra que pode ser maior ou menor consoante a sua duração. A Mais Valia depende, pois, do Grau de exploração da Força de Trabalho. Sendo a taxa de Mais valia dada por (Sobretrabalho/Trabalho necessário) ela não nos daria de forma nenhuma reciprocamente a grandeza do dia de trabalho. Se a taxa de Mais valia fosse de 100% apenas nos indicaria que as duas partes do dia eram iguais, não nos indicaria o tempo de cada uma dessas partes. O dia de trabalho não é fixo e possuiu limite Teoricamente o limite mínimo é o tempo em que o trabalhador opera para a sua conservação, contudo no «modo de produção capitalista» o trabalho necessário nunca pode formar mais do que uma parte do dia de trabalho, e o dia de trabalho não podem ser reduzidos a este mínimo (caso acontecesse não haveria trabalho extra e conseqüentemente nenhuma mais valia seria engendrada). Contudo o dia possuiu um limite máximo, que é duplamente determinado, por um lado fisicamente (o homem tem necessidades a satisfazer e limitação, precisando de se manter apto para o trabalho), por outro moralmente (o homem precisa de tempo para satisfazer necessidades intelectuais, sociais etc.). Tais limites variam de sociedade para sociedade, e são muito elásticos (daí haverem dias de trabalho com os mais diversos comprimentos). Mas, o capitalista tem a sua maneira de ver sobre este último limite necessário do dia de trabalho». Há, pois interesses antagônicos quanto à duração do dia de trabalho, podendo cada lado invocar as suas razões. Quem decide sobre direitos iguais? A força. Eis porque a regulamentação do dia de trabalho se apresente como uma luta secular entre capitalista de trabalhador |
Teoria
Quantitativa da Moeda: Teoria segundo a qual o nível dos
preços é determinado pela quantidade de moeda em circulação,
e pela sua velocidade de circulação. |
Teorias
do Capital: Os economistas franceses do século XVIII,
denominados fisiocratas, foram os primeiros a formular uma teoria econômica.
Seus trabalhos foram, posteriormente, desenvolvidos por Adam Smith, pai
da teoria clássica do capital, por ele definido como o conjunto
de valores produzidos pelo trabalho, oriundos dos bens de consumo e dos
bens de produção. David Ricardo a aperfeiçoou em
princípios do século XIX. Em meados do século XIX, Karl Marx e outros autores socialistas aceitaram a visão clássica do capital, fazendo um importante adendo: só é possível considerar capital os bens produtivos, que geram receitas, independentemente do trabalho realizado por seu proprietário. Outros economistas da mesma época, como Nassau William Senior e John Stuart Mill, criaram uma teoria psicológica do capital, que tem origem na redução do consumo daquelas pessoas que desejam um rendimento futuro que compense a atual poupança. Em finais do século XIX, Eugen Böhn-Bawerk e Alfred Marshall procuraram unir a teoria da poupança à teoria clássica do capital. Pela teoria da poupança, a possibilidade de rendimentos futuros incentivava às pessoas a evitar o consumo, no presente, canalizando parte de suas receitas para o aumento da produção. No século XX, John Maynard Keynes rejeitou essa teoria por não conseguir explicar as diferenças entre o dinheiro economizado e o capital gerado. Demonstrou que a decisão de investir em bens de capital independe da decisão de poupar. Embora todas essas teorias sejam recentes o capital existe nas sociedades civilizadas desde a Antigüidade. Seu papel nas economias da Europa Ocidental e América do Norte foi tão importante que a atual organização sócio-econômica aí dominante é conhecida como sistema capitalista ou capitalismo. |
Termo
em dólar: Operação do mercado a termo tradicional,
com a diferença de que o preço contratado é corrigido
diariamente pela variação entre a taxa de câmbio média
de reais por dólar norte-americano, para o período compreendido
entre o dia da operação, inclusive, e o dia de encerramento,
exclusive. |
Título:
Um certificado de endividamento. |
Títulos
da Dívida Externa: O Governo Federal visando obter dinheiro
no exterior para financiar sua operação, pode vender títulos
da dívida externa a investidores estrangeiros que emprestam seu
dinheiro em troca de uma taxa de juros definida. O IDU (interest due unpaid)
é um exemplo de um título da dívida externa. |
Títulos
do BACEN: Emitidos com o objetivo de fazer política monetária,
ou seja, controlar o volume de dinheiro em circulação no
sistema financeiro. |
Títulos
do Tesouro Nacional: São papéis emitidos principalmente
para cobrir rombos no OGU. |
Títulos
Estaduais / Municipais: Um Estado/Município querendo captar
recursos, visando conseguir dinheiro para seus investimentos, vende títulos
estaduais aos investidores que no ato dessa compra estão emprestando
seu dinheiro ao Estado/Município, em troca de uma taxa de juros
sobre o valor emprestado. |
Títulos
Públicos (ou títulos da dívida pública):
Emitidos pelo Banco Central e pelo Tesouro Nacional, são papéis
vendidos no mercado para captar recursos financeiros e financiar a dívida
pública federal, estadual e municipal. Em troca, pagam taxas de
remuneração. |
TJLP:
Taxa de juros de longo prazo. É a taxa utilizada pelo
governo na correção de seus papéis. É também
utilizada como indexador básico de contratos de financiamento do
BNDES. |
Top:
Ponto mais alto. |
Total
loss: Prejuízo ou perda total. |
TR
(Taxa Referencial de Juros): É aquela que serve de referência
nas transações financeiras realizadas no país. É
calculada pelo Banco Central baseado em juros pagos pelos Certificados
de Depósitos Bancários (CDBs) das trinta maiores instituições
financeiras. |
Trade-off:
Em economia, expressão que define situação de escolha
conflitante, isto é, quando uma ação econômica
que visa a resolução de determinado problema acarreta, inevitavelmente,
outros. |
Trading
company: Empresa de Comercialização. |
Tragédia
dos Comuns: Uma parábola que ilustra porque os recursos
comuns são mais utilizados do que seria desejável do ponto
de vista de toda a sociedade. |
Transação:
Todo ato por meio do qual uma unidade econômica manifesta sua participação
na vida econômica. |
Transações
Correntes: São as operações do Brasil com
o exterior, incluindo receitas obtidas com exportações de
mercadorias; gastos com importação; pagamentos de juros
da dívida externa; seguros e fretes; e transferências unilaterais.
|
Transferências
em gêneros: Transferências aos pobres na forma de
bens e serviços em lugar de dinheiro. |
Transferências
Unilaterais: Conta composta por todas as doações
e remessas de dinheiro para o país não relacionada com operações
comerciais, como o dinheiro mandado por brasileiros que moram no exterior. |
Tribunal
de Contas: Tribunal, no âmbito da administração
das finanças públicas, encarregado do controle das contas
das coletividades locais. |
Turnover:
movimentação; giro comercial. O número de
vezes em que os valores e recursos de uma empresa – como estoques,
matérias-primas, pessoal etc. – são substituídos
num dado período. Rotação. |