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DICIONÁRIO
DE ECONOMIA |
C |
CADE:
órgão do governo criado com a finalidade de defender a livre
concorrência, encarregando-se de prevenir e repreender abusos de
poder econômico, como por exemplo, a formação de cartéis. |
CUSTO
MARGINAL: (CMg) variação do custo total, dada uma
variação na quantidade produzida. |
CURVA
DE LAFER: mostra que após um certo nível da alíquota
de imposto, qualquer elevação da taxa, em vez de aumentar
a circulação total do governo, resultaria em uma redução,
devido à evasão fiscal (sonegação), em um
desestímulo provocado sobre os negócios em geral. |
CASA
DA MOEDA: Instituição que fabrica moedas e imprime
cédulas no Brasil sob determinação do Banco Central.
Ela detém ainda o monopólio sobre a impressão de
passaportes e selos postais. |
CASH
FLOW: É o fluxo de caixa, as previsões e o registro
do movimento de entrada e saída de dinheiro de uma empresa, órgão
governamental ou mesmo de uma família. |
CAUÇÃO:
Compromisso assumido por uma pessoa de tomar a si a responsabilidade de
cumprir uma obrigação subscrita por outra pessoa, no caso
desta falhar. O beneficiário da caução é normalmente
chamado devedor principal. |
C-BONDS:
Título da dívida externa brasileira mais negociados
no mercado internacional. |
CC5:
São as contas correntes mantidas por pessoas físicas e jurídicas
que não residem n Brasil. Em momentos de crise, grande parte dos
recursos sai por essas contas. |
CDI:
Taxa média dos empréstimos feitos entre os bancos. Esses
empréstimos são registrados por uma instituição
chamada Cetip (Central de Custódia e Liquidação de
Títulos Privados) |
CDB
- (Certificado de Depósito Bancário): Documento que comprova
que seu proprietário tem depósito bancário na instituição
financeira emissora. Pode ser comprado e vendido e rende juros. |
CEO:
Iniciais da expressão em inglês chief executive
officer, que significa o diretor presidente de uma companhia ou seu diretor-executivo
mais importante e com maiores poderes. |
CESTA
DE MOEDAS: Recurso usado como índice de variação
de ativos financeiros para evitar variações bruscas de uma
única moeda. |
COETERIS
PARIBUS: Expressão latina traduzida como "tudo o
mais constante". Na microeconomia é a análise de um
dado mercado, isolado dos demais. É a análise do equilíbrio
parcial. |
CASA
DE CÂMBIO: estabelecimento bancário que compra,
vende e troca moedas estrangeiras. |
CASA
DE PENHOR: estabelecimento onde se empresta dinheiro deixando
como garantia jóias e outros objetos. |
CADERNETA
DE POUPANÇA: Conta bancária especial, criada a
apartir de 1966, em estabelecimento bancário que oferece remuneração
mensal, em juros e correção monetária, para os estoques
monetários ali depositados. |
CÂMBIO:
Operação financeira de compra, venda ou troca de
moedas estrangeira, ou de papéis que representam estas medas. Quanto
uma empresa brasileira usa reais para comprar dólares necessários
para pagar uma dívida no exterior, por exemplo, ela faz uma operação
de câmbio. |
CÂMBIO
COMERCIAL: É a cotação do dólar usada
para fechamento dos contratos de exportação e importação.
O câmbio comercial também registra as operações
de empréstimos de empresas no exterior, investimentos estrangeiros
diretos, as entradas e saídas dos investimentos estrangeiros em
renda fixa e nas bolsas de valores. |
CÂMBIO
FIXO: Um sistema de câmbio em que o Banco Central de um
país estabelece um valor fixo para a paridade entre a moeda local
e o dólar. Esse sistema funciona na Argentina e em Hong Kong. |
CÂMBIO
FLUTUANTE: Taxa de câmbio que flutua livremente segundo
a maior ou menor procura de moeda estrangeira. |
CÂMBIO
PARALELO: É o mercado que existe quando o país
não tem uma política de câmbio 100% livre. "Câmbio
negro" comércio ilegal de moeda estrangeira. |
CÂMBIO
OFICIAL: taxa de conversão fixada pelo governo entre a
moeda nacional e a de outros países. |
CÂMBIO
MARÍTIMO: contrato de empréstimos de dinheiro ou
valores sob garantia de um navio, sua carga, fretes ou pertences, subordinado
o não perecimento do navio, dinheiro a risco. |
CÂMBIO
NOMINAL: transação de dinheiro em espécie,
na qual uma das moedas é estrangeira. |
CAPITAL:
Termo genérico que designa um conjunto de bens e uma importância
em dinheiro a partir dos quais é possível obter, posteriormente,
uma série de rendimentos (como bônus ou ações). |
CAPITAL
DE GIRO: parte do capital de uma empresa destinado a custear
as próprias operações mercantis, ativo circulante,
capital de trabalho. |
CAPITAL
FÍSICO: estoque de equipamentos e estruturas adquiridos
pelos trabalhos através do ensino, do treinamento e da experiência. |
CAPITALISMO:
sistema social fundado na influência ou predomínio
do capital, regime social em que os meios de produção constituem
propriedade privada e pertencem aos capitalistas. |
CAPITALIZAÇÃO:
conversão em capital, acumular dinheiro com vista a uma
formação de um capital. |
CARTEL:
acordo comercial entre empresas produtoras, as quais, embora
conservem a autonomia interna, se organizam em sindicato para distribuir
entre si cotas de produção e os mercados, e determinar os
preços, suprimindo a livre concorrência. |
COMISSÃO
NACIONAL DE BOLSAS DE VALORES (CNBV): entidade civil brasileira
que reúne as Bolsas de Valores do País. |
CUSTO
FIXO TOTAL: parcela do custo que se mantém fixa quando
a produção varia. Ex: aluguéis, ou seja, os gatos
com os fatores fixos de produção. |
CUSTO
VARIÁVEL: parcela do custo que varia quando a produção
varia, ou seja, salários e matérias-primas. Depende da quantidade
produzida. |
COEFICIENTE
DE VULNERABILIDADE: é definido como relação
entre a dívida externa líquida e as exportações. |
CONCORADATA:
Benefício concedido por lei ao negociante insolvente e de boa-fé
para evitar ou suspender a declaração de falência
ficando ele obrigado liquidar suas dívidas segundo for estipulado
pela sentença que concede o benefício. |
CONCORRÊNCIA:
disputa ou rivalidade entre produtores, negociantes, industriais etc.,
pela oferta de mercadorias ou serviços iguais ou semelhantes. |
CONCORRÊNCIA
IMPERFEITA OU MONOPOLÍSITICA: estrutura de mercado com
inúmeras empresas, produto diferenciado e livre acesso de firmas
ao mercado, desde que elas possuam tecnologia e volume apropriado de capital. |
CONCORRÊNCIA
PERFEITA: estrutura de mercado com números expressivos
de firmas com produto homogêneo, não existindo barreiras
à entrada ou saída de firmas. |
CONSUMO
AUTÔNOMO: o consumo mínimo da coletividade quando
a renda nacional for zero, ou seja, é a parcela do consumo que
independe da renda nacional. |
CONSUMO:
aplicação das riquezas na satisfação
das necessidades econômicas do homem. |
CONVERSIBILIDADE:
é a possibilidade de converter a moeda de um país por outra,
estrangeira. É o que acontece com a Argentina, onde a conversibilidade
é lei: qualquer pessoa pode trocar um peso, a moeda local, por
um dólar. No Brasil isso não acontece. |
COPOM:
Conselho ligado ao Banco Central que se reúne duas vezes
por mês para definir a taxa de juros básica da economia -
aquela que remunera os títulos do governo, e que serve de referência
para os bancos fixarem as suas taxas de juros. Inspirado no modelo americano,
o COPOM foi criado em 1966, com o objetivo de proporcionar maior transparência
ao processo decisório. |
CURVA
DE POSSIBILIDADE DE PRODUÇÃO (CPP): é a
curva máxima daquilo que a economia pode produzir, dados os recursos
produzidos limitados, mostra as alternativas de produção
da sociedade supondo os recursos empregados. |